Parto Shariza, Gustavo, Vicente e Jasmim


Gestação:

Não teria como iniciar o relato sem antes comentar alguns episódios que ocorreram durante a gestação. Tive meu primeiro filho, hoje com 2 anos e meio, de parto natural e domiciliar. Foi tudo muito perfeito que, quando me vi grávida novamente, confesso que bateu um medinho de que dessa vez não fosse tão perfeito assim. Como se eu tivesse esquecido que a Natureza é Perfeita! No dia em que o teste deu positivo já fiz um exame de sangue e confirmou 6 semanas. Ficamos muito felizes. Contatei a parteira que acompanhou nosso primeiro parto e tivemos uma feliz notícia: ela estava de mudança para Floripa e poderia nos acompanhar novamente. (Eu morava em Porto Alegre/RS quando meu primeiro filho nasceu, mas logo me mudei para Garopaba/SC, onde moramos hoje). Tudo certo, isso era agosto. A gestação correndo super bem. Mas eis que não temos o controle de tudo. Na virada do ano falei novamente com a parteira e aí foi um banho de água fria: ela teve alguns contratempos e não iria mais se mudar pra Floripa. Nossa, meu mundo caiu! Eu chorei um dia e uma noite sem parar! Essa notícia me desestabilizou muito emocionalmente e assim fiquei por algumas semanas até achar outra equipe para acompanhar nosso parto. Começamos a buscar em nossa cidade, a buscar em Floripa, e até em Porto Alegre, alguém que viesse pro parto (detalhe, são 370km). Mas eu não me sentia 100% segura. E pra ter um parto domiciliar, a primeira condição é a mulher estar segura, se não não rola, gente! Foi então que o Universo colocou em nosso caminho a @marielenformentao da @equipehanami . Enviei uma msg pra ela explicando a situação e vendo se elas atenderiam em outra cidade. E foi sintonia a primeira msg. Que ser humano amoroso, pensei eu. Ela, sem nunca me ver nem me conhecer, me passou muita paz, amor e segurança. Passados alguns dias agendamos uma conversa. Além dela, conheci a Ju e, gente, elas exalam amor, pensem em amor e personifiquem em uma profissional: são elas! Era tudo que eu precisava, era aquilo que eu buscava pro meu parto, com todas as minhas questões atendidas.

Mas no fim da consulta, o segundo banho de água fria. Nós não tínhamos e, dificilmente conseguiríamos, o valor de troca sugerido. Chorei por mais alguns dias e noites sem parar. Mas quando nos conectamos com algo, o Universo provém! Conversamos com a equipe, que facilitou alguns pontos, conversamos entre nós e decidimos que daríamos um jeito! Era o nascimento de um filho, e na vida não tem nada mais importante do que a forma de acolher nossos filhos, principalmente na hora de sua chegada a esse plano. Investimos dinheiro em tanta besteira, como não investir nesse momento único e pleno?! Eu não abriria mão do parto domiciliar, e assim nosso verão foi de muito, mas muito trabalho pra juntar o dinheiro do parto. No fim das contas, um mês antes do parto tínhamos exatamente o que precisávamos, que veio ao longo dos meses de várias formas! O Universo conspira sempre a nosso favor. Gratidão aos amigos (anjos) que nos ajudaram em mais esse sonho! No último mês relaxei. Era só esperar o tempo da nossa filha nascer! Nossa doula foi escolhida assim que eu soube que a Joana era doula. Vi ela em uma roda de plantar a lua logo que cheguei em Garopaba. Linda, poderosa, uma deusa e seu tambor. Nunca falei muito com ela até fevereiro desse ano. Tive alguns relatos de mães que a tiveram como doula e já me foram suficientes para decidir que seria ela. Nosso primeiro encontro foi um pouco tímido, mas ela tinha tudo que eu precisava para me sentir segura e acolhida na hora do parto, nem cogitei outra opção. Além de minha doula, fiz ioga para gestantes com ela, o que ajudou a aumentar nossa sintonia ao longo da gestação e me ajudou a trabalhar pontos que foram super importantes para esse segundo parto... Era a equipe que eu precisava para parir tranquila. Além disso, segui com o apoio virtual da nossa amada Ana nossa primeira parteira e da minha eterna doula, Shana a quem ainda hoje me ajuda.

Parto: Para o parto do meu primeiro filho eu me preparei muito, mas muito mesmo. Lia tudo, ia em tudo que era roda de gestante, me empoderei como nunca. Sabia absolutamente tudo para parir lindamente, sem cair na história de nenhum médico cesarista e despreparado (sim! Pasmem! A maioria dos médicos não estão atualizados com as evidências científicas sobre nascimento. Além do mais, não têm interesse em esperar pelo parto da mulher e seu bebê, pois poderiam ter que atender na madrugada, em finais de semana, no aniversário do filho, no natal, ano novo e teriam que estar de prontidão a qualquer hora do dia ou da noite, além de reduzir o número de gestantes por mês. Eles não querem isso, querem fazer sua cesárea em 20min e voltar pra sua casa, seu consultório cheio de clientes, ops, pacientes.) Relaxei e levei uma gestação introspectiva. Sabia que todas as minhas questões seriam bem atendidas pela equipe que escolhi. Semanas antes do parto eu comecei a sentir uma forte pressão na parte baixa do útero. Sempre na hora de dormir sentia que poderia ser naquela noite pq era uma pressão muito forte, como se o bebê tivesse empurrando pra baixo, mas era indolor. Com o passar dos dias entendi que era apenas meu corpo se preparando para parir. A lua entrou cheia dia 18/5. Sempre achei que ela nasceria no dia 18. Era meu palpite desde a metade da gestação. Mas dia 18 passou tranquilo como os demais, nada dela querer nascer. Dia 19/5 foi um lindo domingo de sol. Meu filho passou o dia com a avó e o tio. Meu companheiro e eu almoçamos fora, comi super bem e fomos dar uma volta na praia antes de vir pra casa e descansar. Foi um dia realmente muito agradável. A tarde, por volta das 18h busquei meu filho na casa da vó e viemos pra casa. Meu companheiro saiu parar assistir um jogo de futebol e eu fiquei fazendo a janta e brincando com o Vicente. Por volta de 20h30min comecei a sentir as primeiras contrações. Bem leves, bem tranquilas, sem dor alguma.

Baixei o aplicativo e comecei a controlar. (Dado importante: durante todo os prodomos e trabalho de parto as contrações foram totalmente irregulares: 5min, 3min, 2min, 7min, 1min, 3min...até a última contração vista no aplicativo, por volta de 1h41min. A duração delas quase nunca foram com mais do que 45 segundos). Meu companheiro chegou em casa por volta das 21h10min e daí baixou em mim a louca da faxina. Comecei a organizar tudo que tava fora do lugar, lavar a louça da janta, varrer a casa, organizar os brinquedos. Arrumava tudo entre uma contração e outra. Quando sentia a contração eu parava, me abaixava, vocalizava e seguia a limpeza. Meu companheiro tentando me acompanhar na arrumação, mas nosso filho TB exigia atenção. Tivemos uma conversa mais intensa e ele me disse pra aproveitar o momento, a casa não ficaria 100% e seria melhor eu desencanar e curtir o processo. Dali a pouco me acalmei, tomei um banho sem muita demora e fui me sentar na bola de Pilates por um bom tempo. Pelas 22h e pouco meu companheiro saiu com nosso filho pra ver se ele dormia, pois era só o começo, poderia durar muitas horas ou até dias a situação. Nesse tempo fiquei conectada a minha bebe que estava pra chegar e ouvi a playlist que eu tinha acabado de fazer naquela tarde. Mas depois de uns 40min ele volta com o Vicente acordado. Ele definitivamente queria participar do processo de chegada da mana. Fui pro chuveiro pela segunda vez por volta das 23h. A primeira ida foi tão insignificante que nem lembro direito. Água caindo nas costas e eu me concentrando pra sentir as contrações, pq eram quase imperceptíveis. A água realmente aliviou muito, tanto que eu já estava entendida no chuveiro, queria sair logo dali, mas meu companheiro insistiu para que eu ficasse por 40min ao menos (a pedido das parteiras, com quem ele estava em contato por msg). 23h40 sai do banho e voltei pra bola. As contrações vinham a cada 1min, mas não duravam muito. 30 segundos em média.

Meu companheiro insistiu em chamar a doula, mas eu estava bem. Falou em chamar as parteiras, pq estava a cada 1min, mas eu disse novamente que não, até meio que discutimos, pq eu tinha na minha cabeça que as contrações tinham que durar ao menos 1min pra estar em trabalho de parto e as minhas mal duravam metade desse tempo. (Ele já tinha chamado e sou grata a ele, pq se não ninguém chegaria a tempo do parto). Seguia vocalizando a cadacontração e quando passava meu filho de 2 anos vinha me abraçar e ficávamos bem juntinhos. Assim fomos até 00h40 mais ou menos um pouco antes de deitar os pedi pro Gustavo chamar uma amiga pra ficar com o Vicente, mas a doula ainda não. Fiquei pensando no que ela faria naquele momento, eu estava bem, lúcida, racional, com quase nada de dor. Fui pro quarto pra ver se meu filho dormia, ele estava se arrastando de cansaço. Meu companheirinho precisava dormir pra dar espaço pra mãe se desligar dele e entrar no processo. Ali fiquei até que a intensidade das contrações começaram a aumentar. Meu filho dormiu e eu comecei a gritar no travesseiro. (Gente, em certos momentos eu gritava bem alto, e o Vicente, do lado, nem se mexia). Contrações ficando mais intensas. Eu só sentia a pressão na parte baixa do útero, não doía mais nada, nem as costas que tanto me doeram no primeiro parto, toda a força estava ali e só ali, bem no lugar em que eu sentia a pressão no fim da gestação. Dali a pouco vi alguém chegar, isso era por volta de 1h e pouco, achei que era a nossa amiga, mas não, era a Mari, uma das parteiras. Fiquei pasma, falei que não era pro Gustavo ter chamado ela, que não tava engrenado, que ia demorar, que faltava muito e ela ficaria ali sem fazer nada (ela estava grávida de 8 meses já e eu só pensava que ela passaria a madrugada em um colchão duro no outro quarto). Falei pra ela onde estavam as comidas e mais algumas coisas. Ela me tranquilizou, ouviu o bebê: - Tudo certo, querida, esquece de mim!

Na hora fiquei muito brava pelo fato do Gustavo ter chamado elas, pq na minha cabeça elas ficariam muiiiiiito tempo aqui em casa sem fazer nada. O parto estava muito longe ainda. Guardem essa informação, isso era 1h e pouco da manhã. Fiquei na cama por um tempo. Queria descansar, pois acreditava que demoraria muito ainda. Mais algumas contrações e senti que elas ficaram muito intensas e de uma dor gigantesca. Aguentei algumas assim e pedi pra chamar a doula, mas antes disso trocar o gás do chuveiro que havia acabado no ultimo banho haha, muito racional gente). Mais uma escuta, tudo ótimo com o bebê que já tinha descido um pouco na avaliação da Mari. 1h44. Entrei no chuveiro e daí vi que tinha engrenado. Contrações muuuuito, mas muito fortes e extremamente doloridas. Muita dor a cada contração. Mas assim, DOR! E eu totalmente consciente. Só pensava em como fazer pra aguentar mais uma, ainda faltava muito, eu nem tinha entrado na partolândia, pensava eu, como que vou aguentar essa dor toda. Era muita dor na contração, certamente o parto anterior não havia tido contrações tão doloridas, eu lembraria se fosse. Minha cabeça não parava de pensar e raciocinar sobre o que poderia ser feito. Elas vinham uma atrás da outra. Eu mal respirava e já vinha outra. Gustavo entrou no chuveiro comigo e eu de quatro apoios me agarrava nos braços dele a cada contração e urrava. (Depois do primeiro parto em que eu quase quebrei os dedos das maos dele a cada contração, ele agradeceu por eu ter me segurado nos braços e ombros dessa vez). A cada contração um urro, masto a dor não diminuía nem aliviava, só aumentava. Lembro de gritar muito no primeiro parto pra aliviar a dor, mas nesse não, e o desespero começou. Eu já tinha minhas dúvidas de que aguentaria por muito tempo aquela situação, até falei pra ele que achava que dessa vez não iria conseguir. Mas ele disse que ia sim! Comecei a pensar como faria pra chegar no hospital rápido e pedir uma cesárea. Mas me dei um prazo pra aguentar mais um pouco (até pq nem chegaria no hospital e se chegasse não fariam cesárea nenhuma, pensei nisso TB na hora).

Comecei a sentir o canal de parto, uma ardência, uma dor, nem sei direito o que era, mas comecei a sentir que poderia estar entrando no expulsivo. Mas será? Pensava eu, não tô na partolândia ainda. Será possível? Lembrei que algumas pessoas faziam hipnose no parto. Pensei que não tinha como fazer, mas se talvez olhasse pra um ponto fixo e me concentrasse, como na prática de ioga, talvez aliviasse. Fiz isso por duas contrações. (Gente, vocês viram quantas vezes eu disse que estava pensando. Isso é o trabalho de parto de uma ariana com ascendente E lua em gêmeos. A cabeça, simplesmente, não para nunca de pensar, haha). Aguentei firme, sem gritos, mentalizando a Joana na prática de ioga dizendo: res pira, com aquela voz doce e maravilhosa. Como eu queria que ela chegasse naquele exato momento. Daqui a pouco chegou a Ju, nossa outra parteira. Veio escutar o bebê, mas ela mal escutou e já veio outra contração e eu pedi pra esperar um minuto. Lembro de olhar pra ela e dizer: Ju, tô com muita vontade de fazer força. Coloquei eu mesma a mão pra fazer o toque e a cabecinha já estava ali. Dois dedos pra coroar. Mais umas contrações e pedi pra sair do box do chuveiro. Vai nascer, quero sair daqui. As meninas me tranquilizaram e disseram que eu poderia ficar ali se quisesse, mas eu quis sair. Saí e pedi a santa banqueta. Foi só sentar e na contração seguinte veio a cabecinha. O intervalo para a contração seguinte, parece que levou uma eternidade. A cabecinha ali pra fora e eu super angustiada com a situação de um bebê só com a cabeça pra fora do meu corpo. Queria que saísse logo. Me disseram que poderia por a mão na cabecinha, mas eu não queria, só queria que acabasse e dizia pro Gustavo não deixar ela cair, pra segurar a bebê! Na contração seguinte ela nasceu. Gustavo amparou com a ajuda da Mari. 2h20min da manhã. Precisei de um tempo pra conseguir pegá-la. O cérebro parece que demora pra processar a informação. Só lembro de falar pra esperarem mais um pouco antes de me entregarem ela, que ficou tranquila nas mãos do pai.

Eu já havia lido vários relatos de mães que demoram pra conseguir pegar o bebê, então foi um pedido consciente e tranquilo pra mim. Peguei minha cria, que não chorou em nenhum momento. Acho que nem notou que já tinha nascido. Lembro que repeti e agradeci mais de uma vez: que bom que foi rápido! A placenta saiu em seguida, ninguém viu. Eu senti. Falei pras parteiras: a placenta saiu. Mas elas disseram que não. Acho que entenderam como pergunta, mas era uma afirmação. Pedi pra chamar o Vicente que estava dormindo. O acordo era ele ver o parto, mas não daria tempo, foi tudo muito rápido, então na hora em que sai do box falei pra não acorda-lo. Ele veio no colo da Ju e viu a mana ali, recém chegada. Imagino que deva ser muito lindo pra uma criança ver uma cena dessas, nada mais natural do que parir! Pois bem, hora de sair do banheiro, quando levantei elas disseram: ta aqui a placenta. - Eu disse! Fui pro quarto e lá ficamos, nós 4! Uma nova família nascia nesse momento. Nossa doula chegou. Não viu o nascimento, mas foi imprescindível sua presença ali, no pós parto imediato. Fez uma sopa maravilhosa, ajudou com a placenta. Conversou lindamente cmg. Foi muito importante a presença dela, mesmo que depois do parto. Ficamos todos 2h nos curtindo, sem intervenções, juntos na cama. Por volta das 4h30min as meninas pesaram nossa filha e o Gustavo cortou o cordão. E só! Só! Gente, não precisa de mais nada. Nada. Não precisa banho, não precisa roupa, não precisa tirar o vernix, não precisa nada! Nada! O bebê só precisa da mãe, só da mãe! Todo o resto pode esperar! Tomei banho tranquilamente com a Mari de olho em mim, pra eu não correr o risco de cair ou passar mal, e só então, quando sai do banho e coloquei uma roupa confortável que minha filha quis mamar (nem todo bebê tem fome na primeira hora de vida, Vicente também não teve, e ta tudo bem! Tudo no tempo do bebê).

Ficamos ali nos conhecendo, mais uma vez, no conforto do nosso lar e não precisei me separar do meu filho, que era uma angústia que eu tinha em caso de uma transferência necessária para o hospital. Foi tudo muito mais rápido do que eu esperava. Eu queria um parto rápido, mas não tinha essa expectativa pra não me frustrar. Mesmo assim, minha filha atendeu meus pedidos e veio super rápido pro lado de cá da vida! Gratidão filha! Fica aqui mais uma vez minha gratidão a minha equipe maravilhosa. Gente, essas mulheres são só amor e sou imensamente grata a elas por nos acompanharem nessa jornada. Agora que tudo passou lembro que a Mari dizia que elas não interferiam em nada durante o parto, que seria apenas o movimento meu e do Gustavo. E eu achava que precisaria muito da doula e todo o resto de apoio e suporte, que nada! Foi tudo como ela disse: eu, Gustavo e Vicente. Só! Elas estavam aqui pra amparar o nascimento e acompanhar a evolução do processo (só intervir em caso de real necessidade), mas como na grande maioria dos partos, não é necessário nada além da mãe, do bebê, de respeito e amor. Nessa gestação não fiz nenhum exame de toque. O único toque feito foi o meu quando ela estava quase coroando. Fiz o pré natal pelo SUS, com minhas parteiras e com as parteiras da @casamarecheia aqui de Garopaba. Sempre com muito respeito e carinho. Tive uma gestação de baixo risco ou risco habitual, sem intercorrências na gestação e no trabalho de parto, o que possibilitou o parto domiciliar. Mas acredito que quando nos entregamos ao processo, confiamos em nosso corpo, em nosso bebê e em nossa equipe, tudo flui da melhor forma possível.

Jasmim nasceu com 3,415g e 51cm. Não tive lacerações significantes, apenas escoriações que não necessitaram sutura.

Depois de tudo, conversei com minha primeira doula, do parto do Vicente. Comentei sobre ter ficado totalmente consciente e racional o processo todo, de não ter entrado na partoândia, o que me surpreendeu muito. Ela disse que o mesmo aconteceu em seu segundo parto. Que isso as vezes acontece mesmo, principalmente com mulheres empoderada, que sabem todo o processo de parto e que já o vivenciaram. Então meninas, não esperem a partolândia pra chamar a equipe hehe! Parto é amor, é respeito, é autonomia, é coragem, é conexão, é entrega. É também um processo fisiológico natural do corpo humano. Leiam muito sobre parto, sobre reais necessidades de intervenções e quais são elas. Leiam e se informem em grupos confiáveis e sérios, sobre as reais indicações de cirurgia cesariana (que é maravilhosa quando BEM indicada). Bebês não tem data de validade na barriga da mãe, corram de médicos que induzem o parto por "passar do tempo". Se empoderem sobre seu parto e sobre violência obstétrica. Não deixe que nenhum médico charlatão e/ou despreparado te enrole e roube o parto de vocês. É um momento tão maravilhoso e único. É mãe e filh@ trabalhando juntos para seu encontro. É um portal de passagem. Nosso corpo se transforma em um verdadeiro portal ao trazer nossos filhos para a Terra, é o único meio deles chegarem: através de nós! E essa experiência vale cada contração, cada gota de suor, lágrima e dor. Parir é mágico! É transcendental! Por fim, repitam comigo: mulheres sabem parir e bebês sabem nascer!


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